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Servidores da Educação de Rio Branco fazem manifestação por reajuste salarial

Protesto ocorreu na manhã desta terça-feira (10) em frente à Prefeitura de Rio Branco Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre Profissionais da Educação de Rio...

Servidores da Educação de Rio Branco fazem manifestação por reajuste salarial
Servidores da Educação de Rio Branco fazem manifestação por reajuste salarial (Foto: Reprodução)

Protesto ocorreu na manhã desta terça-feira (10) em frente à Prefeitura de Rio Branco Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre Profissionais da Educação de Rio Branco fizeram um protesto, na manhã desta terça-feira (10), cobrando o reajuste referente aos últimos três anos, com aplicação do piso que foi estendido em 15,29%. O ato ocorreu em frente à prefeitura da capital acreana. O g1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação (Seme) para obter um posicionamento sobre o protesto e aguarda retorno. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Os profissionais também exigem a reformulação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), além do cumprimento da hora-atividade e da lei que insere os profissionais da Educação como professores. Segundo o diretor de informação e imprensa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Reginaldo Barreto, a categoria chegou a conversar com o secretário municipal de Educação, Alysson Bestene, e que foi repassado para a categoria que a proposta do reajuste foi enviada ao prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “Nós viemos para essa manifestação com o intuito de fazer com que o prefeito se sensibilize em nos pagar nossos retroativos de três anos. Nós estamos há três anos sem nenhuma reposição inflacionária. Conversamos com o secretário Alysson, que é quem responde pela parte da educação, que nos passou que mandou para o prefeito uma proposta de reajuste para a categoria”, disse. LEIA TAMBÉM: Veja quem são os aprovados no vestibular de medicina da Ufac em 2026 Acre tem mais de 65% de aprovação no Encceja para pessoas privadas de liberdade, diz Iapen Resultado preliminar de seleção para indígenas na Ufac é divulgado; análise de recursos sai nesta segunda (9) A proposta, de acordo com Reginaldo, foi feita com base em “sobras” de recursos da educação do ano anterior. Conforme o representante, até o momento, não houve resposta por parte da prefeitura sobre os recursos ou proposta. “Também nós temos nas nossas pautas pedidos de regulamentação da hora-atividade da educação, porque a prefeitura não paga e não respeita a hora-atividade. Os profissionais têm metade dos seus direitos para fazer formação, capacitação e planejamento engolidos dentro da escola, porque a hora-atividade não é respeitada”, afirmou. Entre as pautas da reivindicação, de acordo com o Sinteac, estão: Reajuste referente aos anos de 2024, 2025 e 2026, com aplicação do piso do magistério estendido aos funcionários (15,29%); Reformulação do PCCR, com correção das distorções e inclusão de pautas importantes para a valorização da categoria; Cumprimento da hora-atividade e da lei que insere os profissionais da Educação Infantil como professores; Demais pautas fundamentais para a valorização dos trabalhadores em Educação. O representante do Sinteac afirma também que a manifestação tem como objetivo sensibilizar a prefeitura para que as demandas da categoria sejam atendidas. “Nós não estamos pedindo nada de impossível, só estamos pedindo que ele respeite a lei do Fundeb e atenda as reivindicações da categoria. Nós não estamos pedindo aumentos exorbitantes, estamos só pedindo que ele respeite a lei e atenda o que a lei diz a cada ano”, declarou. O profissional também conta que a categoria espera que os reajustes e aumentos sigam o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que aumenta anualmente e, segundo ele, não é atendido em Rio Branco. Reginaldo detalha ainda que, com a volta às aulas previstas para esta terça-feira (10), algumas escolas aceitaram parar integralmente, enquanto outras não. “Hoje estava marcado a volta às aulas do município. O que está acontecendo é que algumas escolas vão parar 100% e outras escolas não aderiram integralmente, mas membros dessas escolas estão vindo também para se reunir aqui na frente da prefeitura para essa manifestação”, concluiu. Reveja os telejornais do Acre